Ideias de tatuagem

Tatuagem de árvore: significado, raízes, espécies e desenhos

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Com raízes, que é a metade que a maioria dos desenhos deixa de fora. Uma forma alta com o topo largo precisa de um campo que possa alargar; comprimida num quadrado a copa achata e começa a parecer um brócolis. E as árvores do Brasil têm nome: ipê, jequitibá, araucária.

Toque em qualquer desenho para vê-lo na sua própria pele no simulador, sem cadastro.

Esta série de 26 desenhos de árvore, em números

Estilos representados
ilustrativo (14), tradicional (3), aquarela (2), biomecânico (2), linework (1), sketch (1)
Preto e cinza ou colorida
58% em preto e cinza, 42% coloridas
Quase sempre desenhado junto com
folha, pássaro, corvo, coruja

Contado sobre os 26 desenhos que aparecem nesta página. Todos foram criados para o InkCraft; nenhum é copiado ou repostado. Você pode citar estes dados linkando para esta página.

O que significa uma tatuagem de árvore

Uma árvore é a imagem padrão para família e para tempo, e segura as duas coisas ao mesmo tempo por causa da forma: raízes embaixo, galhos em cima, um tronco ligando os dois. Essa estrutura é a razão de ela ser usada para genealogia desde muito antes de alguém a tatuar, e a razão de uma árvore com nomes ou iniciais ser quase sempre sobre linhagem, e não sobre natureza. A árvore genealógica no antebraço, com um galho por filho e as iniciais dos avós nas raízes, é uma das peças de família mais pedidas do Brasil, e cresce a cada neto.

As raízes são a metade que as pessoas esquecem. Uma árvore desenhada com o sistema de raízes completo diz que o passado sustenta: de onde você veio é o que segura você em pé. Uma árvore desenhada da linha do chão para cima diz algo bem diferente, e, em geral, não o que quem a usa pretendia. É o arrependimento mais comum que se ouve sobre peças de árvore, e o retoque que acrescenta raízes anos depois é serviço frequente. A espécie muda o significado mais do que o estilo, e no Brasil ela tem nome próprio: o ipê é a árvore nacional e diz interior e inverno seco; o jequitibá, o gigante da Mata Atlântica que passa de mil anos, diz permanência; a araucária diz Paraná, Curitiba e o Sul de pinhão e geada; a mangueira do quintal diz infância; o pau-brasil diz o próprio país, que tem o nome de uma árvore. O carvalho é resistência e a salgueiro-chorão é luto nas tradições de fora, e as duas leituras chegaram com os livros.

Uma árvore sem folhas não é uma árvore morta: é uma árvore na estação de dormência, o que é uma imagem esperançosa, e não sombria, embora seja lida com frequência do outro jeito. A árvore seca do sertão, retorcida na caatinga, é a versão brasileira dessa leitura, a que sobrevive esperando a chuva, e é a tatuagem de quem veio do Nordeste e quer dizer resistência sem dizer a palavra. A árvore com o balanço, a árvore com o pássaro no galho e a árvore com o sol atrás são as três companhias mais frequentes da série abaixo.

A Árvore da Vida é um motivo separado que se confunde com este. É uma composição circular em que raízes e galhos se espelham dentro de um anel, e carrega significados nórdicos, cabalísticos e celtas conforme o desenho; no Brasil ela é também, para muita gente, a Árvore da Vida de Gustav Klimt, a de galhos em espiral dourada, uma das pinturas mais tatuadas do país, e o tatuador precisa saber qual das duas você quer. Se é isso que você procura, vale nomear, porque uma árvore genérica dentro de um círculo não é a mesma coisa.

De onde vem o desenho

A árvore do mundo aparece de forma independente na cosmologia nórdica como Yggdrasil, nas Sefirot cabalísticas e na prática celta dos bosques sagrados, e é por isso que a Árvore da Vida se lê como antiga para quase todo mundo, seja qual for a origem. A árvore genealógica como diagrama é bem mais recente, padronizada na heráldica europeia a partir do século XV. Na tatuagem, a árvore naturalista isolada é uma chegada moderna, pertencente ao blackwork ilustrativo dos últimos quinze anos, e não ao flash tradicional. No Brasil ela subiu com a fine line botânica dos anos 2010, com a araucária de traço único no antebraço dos curitibanos e o ipê florido no dos mineiros e goianos, e a árvore genealógica com nomes é hoje um dos serviços de letra mais pedidos dos estúdios de família.

Como escolher a sua

  • Uma árvore é uma forma alta com o topo largo, uma silhueta genuinamente difícil de posicionar. Ela combina com um campo comprido que possa alargar: a coluna, a lateral de uma coxa, um antebraço do pulso ao cotovelo. Comprimida num quadrado, a copa achata e ela começa a parecer um brócolis, o que soa como piada e é a falha mais comum deste assunto.
  • Os galhos finos são a limitação de tamanho. Uma copa desenhada como centenas de linhas finas vai se fundir numa massa cinza quando a tinta se espalhar; abaixo de uns doze centímetros peça menos galhos e mais deliberados, em vez de uma versão reduzida de um desenho detalhado, e a araucária, de galhos em candelabro, é a espécie que mais aguenta pequena.
  • Decida agora se vão entrar nomes. Uma árvore desenhada para carregar texto tem espaçamento de galhos diferente de uma desenhada para parecer árvore, e encaixar nomes numa copa existente é quase impossível sem refazê-la; a árvore genealógica que vai crescer com os netos precisa nascer com galhos vazios.

Tamanho, preço e parte do corpo

Que tamanho tem e quanto custa

Uma árvore simples de traço único com dez a doze centímetros é uma peça de duas a três horas. Uma árvore ilustrativa detalhada, com o sistema de raízes completo e a copa texturizada, quer vinte centímetros ou mais e um dia inteiro. Acrescentar nomes é tempo de letra por cima, e a letra é cobrada pelo cuidado e não pela área; a Árvore da Vida de Klimt, com as espirais douradas, é uma sessão de cor.

Onde fica bem e quanto dói

A coluna é a casa natural desta forma: um campo alto que carrega raízes e copa. A lateral da coxa e um antebraço inteiro também funcionam. Evite campos quadrados como a escápula, a menos que o desenho tenha sido feito para um, porque é ali que as copas achatam, e a árvore pequena de traço único vai bem na face interna do antebraço, onde o tronco acompanha o braço.

O que perguntar ao seu tatuador

  • Se as raízes entram e até onde vão, porque essa é a metade que carrega o significado de família.
  • Qual é a espécie; ipê, araucária, carvalho e salgueiro se desenham de jeitos diferentes e significam coisas diferentes.
  • Se os nomes entram agora ou depois, porque o espaçamento dos galhos tem de ser planejado para o texto desde o início.

Os preços mudam muito de cidade para cidade e de tatuador para tatuador; leia estes valores como duração de sessão, não como orçamento, e conte com um valor mínimo de estúdio em qualquer peça pequena.

Perguntas frequentes

A tatuagem de árvore deve ter raízes?

Quase sempre, se ela é sobre família. As raízes dizem que o passado sustenta você; uma árvore desenhada da linha do chão para cima abandona silenciosamente esse significado, e é a coisa que as pessoas mais vezes gostariam de ter pedido. Nas raízes vão as iniciais dos avós, e nos galhos as dos filhos, e é assim que a árvore genealógica brasileira costuma ser montada.

O que significa a árvore sem folhas?

Dormência, e não morte: uma árvore no inverno, ou na seca, e não uma árvore morta. Ela se lê como esperança na intenção, embora muitos a leiam ao contrário, e a árvore retorcida da caatinga é a versão brasileira, a que espera a chuva. Se você quer evitar a leitura sombria, um broto num galho ou um pássaro pousado resolvem sem mudar o desenho.

Árvore da Vida é a mesma coisa que tatuagem de árvore?

Não. A Árvore da Vida é uma composição circular específica, com raízes e galhos espelhados dentro de um anel, que carrega significado nórdico, cabalístico ou celta; e para muita gente no Brasil ela é a de Klimt, com os galhos em espiral dourada. Peça pelo nome se é isso que você quer, e diga qual das duas, porque a de Klimt é uma pintura e as outras são símbolos.

Qual árvore brasileira tatuar?

A que diz de onde você é. O ipê, florido e sem folha, diz interior e inverno seco; a araucária diz Paraná e Sul; o jequitibá diz Mata Atlântica e permanência; a mangueira diz o quintal da infância; o pau-brasil diz o país inteiro. Cada uma tem silhueta própria, a araucária em candelabro, o ipê em taça, o jequitibá em tronco largo, e o tatuador precisa saber qual para não desenhar um carvalho genérico.

Consigo ver a árvore na minha coluna antes de decidir as raízes?

Consegue. Peça a alguém para fotografar as suas costas, ou fotografe a coxa de lado, e envie ao simulador do InkCraft: a árvore se posiciona sobre a sua pele com raízes e copa, e você vê se o campo alarga o bastante para a copa não achatar e onde os nomes caberiam nos galhos. A espécie e o traço ficam com o tatuador.

Veja na sua pele antes de decidir

O InkCraft coloca qualquer um destes desenhos sobre uma foto sua, ajustado e envolvido na parte do corpo que você escolher, para você julgar antes que seja permanente.

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