Ideias de tatuagem

Tatuagem bracelete: feminina, masculina e maori

22 desenhos originais de bracelete criados para InkCraftPor Atualizado em

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Toda tatuagem bracelete tem um encontro escondido, o ponto em que o fim da faixa precisa achar o começo sem degrau. Os vinte e dois desenhos abaixo vêm retos, e no braço, que é mais largo no ombro do que no cotovelo, eles só fecham se o decalque for curvado.

Toque em qualquer desenho para vê-lo na sua própria pele no simulador, sem cadastro.

Esta série de 22 desenhos de bracelete, em números

Estilos representados
ilustrativo (5), tribal (2), celta (2), geométrico (2), tradicional (2), fine line (1)
Preto e cinza ou colorida
59% em preto e cinza, 41% coloridas
Quase sempre desenhado junto com
ramo de folhas, onda, celtic knot, fogo

Contado sobre os 22 desenhos que aparecem nesta página. Todos foram criados para o InkCraft; nenhum é copiado ou repostado. Você pode citar estes dados linkando para esta página.

O que significa uma tatuagem de bracelete

Um bracelete é um formato antes de ser uma figura. Ele diz o que o padrão disser: a faixa de luas fala de ciclos, o arame farpado de dor ou de prisão, a linha de batimento cardíaco de um coração em particular, os nós celtas de origem. O anel acrescenta uma ideia só dele, a continuidade, e é por isso que tanta gente escolhe a faixa fechada para marcar um voto, um casamento ou um laço que não admite ponta solta. A faixa aberta, que cobre só a parte de fora do braço, abre mão dessa ideia em troca de conforto.

O que o Brasil chama de bracelete maori quase nunca é maori. O tā moko, a arte dos maoris de Aotearoa, a Nova Zelândia, é sobretudo do rosto e carrega genealogia, e as faixas tribais vendidas com esse nome costumam misturar elementos samoanos e marquesanos: dentes de tubarão, pontas de lança, ondas do mar. Em Samoa o bracelete tatuado tem nome próprio, taulima, e ao contrário do pe'a e do malu, as tatuagens completas de homens e de mulheres, é peça pessoal, sem rito. Se a ideia é que a faixa fale de uma família ou de uma ilha, procure um tatuador polinésio, que desenha para a pessoa e não a partir de uma folha pronta. A pintura de jenipapo de vários povos indígenas brasileiros também traça faixas geométricas no braço, mas ela some em poucas semanas e tem sentido de grupo, e copiá-la como enfeite permanente é outro empréstimo.

Duas faixas definiram os anos noventa, aqui e lá fora. Uma foi o tribal preto; a outra, o arame farpado que Pamela Anderson tatuou em volta do braço em 1995 para o filme Barb Wire, para não ter de pintá-lo a cada dia de filmagem, e que depois apagou quase todo com laser. As duas viraram sinônimo de tatuagem datada, e as duas voltam redesenhadas nesta série: o tribal em chamas e espinhos curvos, o arame em dois fios sombreados torcidos juntos. A faixa preta lisa tem outra história, a do luto, a mesma da braçadeira preta com que jogadores entram em campo depois de uma morte, e há quem a tatue pelo mesmo motivo; nenhum bracelete abaixo é preto chapado, então o de luto se pede ao tatuador, não se escolhe aqui.

Para muita gente, bracelete também quer dizer pulso. A faixa fina de flores que dá a volta no pulso ou no antebraço, ramos de traço fino com folhinhas e uma flor maior marcando a frente, é a versão delicada por excelência, e funciona porque a planta perdoa o que a geometria não perdoa: um ramo pode engrossar, afinar e mudar de ritmo para fechar a volta, e ninguém percebe. A frase em volta do pulso tem o problema contrário, porque nenhum anel se lê de uma vez e alguém sempre vai ver a frase pela metade. Entre os desenhos abaixo há celta, grega, polinésio, gótico, ondas em estilo oriental, trash polka e aquarela; treze são só em preto e nove usam cor.

De onde vem o desenho

A grega, como o Brasil chama o meandro, tem o nome de um rio da Ásia Menor que serpenteia voltando sobre si mesmo, e já rodeava os vasos do período geométrico no século VIII antes de Cristo. O entrelaçado celta vem das bordas de manuscritos como o Livro de Kells, de por volta do ano 800, e as feras finas que se mordem num dos desenhos abaixo seguem o estilo de Urnes, nome de uma igreja de madeira norueguesa de portal entalhado. O arame farpado é o padrão mais novo: Joseph Glidden, de DeKalb, no Illinois, o patenteou em 1874. E existe um bracelete que o Brasil já tem pronto, as ondas pretas e brancas do calçadão de Copacabana, trazidas do Rossio de Lisboa no começo do século XX e postas por Burle Marx paralelas ao mar em 1970, um padrão que se repete por quilômetros e fecha a volta de qualquer braço.

Como escolher a sua

  • Meça o braço, não o desenho. O padrão precisa se repetir um número inteiro de vezes em volta, então o tatuador estica ou aperta um pouco cada módulo, ou tira e põe um, até a repetição fechar. A emenda vai na face interna, onde um desencontro pequeno quase não aparece, e é conferida com você em pé e o braço relaxado, porque o músculo contraído desloca a linha.
  • O braço é um cone, mais largo no ombro do que no cotovelo, e uma faixa desenhada reta assenta inclinada depois de enrolada. O decalque tem de virar um arco raso e mudar de escala de uma borda à outra, ou o tatuador risca a faixa à mão livre, com caneta, direto na pele. Padrões de aresta reta, como a grega e os arcos góticos, denunciam o erro; a cobra e o ramo de flores o escondem.
  • Escolha a altura pelo braço. Uma fileira só de flechas, luas ou folhinhas combina com braço fino, antebraço e pulso; a faixa polinésia de três fileiras e as ondas em estilo oriental precisam de seis centímetros ou mais para as fileiras continuarem separadas. Num bíceps que ainda vai crescer com treino, a faixa estica por igual e continua fechada, e o que muda é onde ela fica em relação ao músculo.
  • Uma frase em bracelete se lê girando o braço, e isso pede uma escolha. Ou ela é curta o bastante para caber na metade de fora, e a faixa completa a volta com um ornamento, ou ela dá a volta inteira e aceita que só você saberá onde começa; uma estrela, um ponto ou uma flor no início ajudam quem lê.

Tamanho, preço e parte do corpo

Que tamanho tem e quanto custa

A maior parte dos braceletes tem dois a oito centímetros de altura e o comprimento da volta do braço, uns vinte e cinco a quarenta centímetros num adulto, então uma faixa de três centímetros cobre perto de cem centímetros quadrados, a área de uma palma de mão. Uma linha de luas ou de flechas leva uma a duas horas; uma faixa celta, polinésia ou de ondas cheia, três a cinco. O pulso tem mais ou menos metade da volta do braço de cima, e um ramo fino de flores ali costuma ficar no valor mínimo do estúdio ou pouco acima.

Onde fica bem e quanto dói

Logo abaixo do ombro é o lugar clássico: a manga curta da camiseta mostra a parte de fora e esconde a emenda. O antebraço, um palmo abaixo do cotovelo, recebe bem as faixas finas e a frase, e o pulso e o tornozelo ficam com os ramos delicados. A parte de fora do braço quase não dói; a face interna, que todo bracelete completo atravessa, está entre os pontos mais sensíveis do corpo, e o lado de dentro do pulso também incomoda.

O que perguntar ao seu tatuador

  • Quantos módulos do padrão cabem na volta do seu braço e em que ponto da face interna ele pretende fazer a emenda.
  • Se vai curvar o decalque para o cone do braço ou riscar a faixa direto na pele, à mão livre, antes de começar.
  • Se a faixa for aberta, como as duas pontas terminam: num ornamento, numa flor ou num corte limpo que pareça intenção.

Os preços mudam muito de cidade para cidade e de tatuador para tatuador; leia estes valores como duração de sessão, não como orçamento, e conte com um valor mínimo de estúdio em qualquer peça pequena.

Perguntas frequentes

A tatuagem bracelete precisa dar a volta inteira no braço?

Não. A meia faixa, só na parte de fora, é mais rápida e mais barata, poupa a face interna, que é sensível, e combina com padrões que têm frente clara, como os arcos góticos ou a cobra. Só o anel fechado carrega a ideia de continuidade, então a escolha também é de significado.

Bracelete maori é maori mesmo?

Quase nunca. A tatuagem maori, o tā moko, é sobretudo do rosto e conta genealogia, e os maoris chamam de kirituhi os desenhos no seu estilo feitos para quem é de fora. A faixa tribal vendida como maori costuma juntar dentes de tubarão, pontas de lança e ondas das tradições samoana e marquesana. Para uma peça com significado de verdade, procure um tatuador polinésio.

Tatuagem bracelete feminina delicada: flores ou frase?

Depende de quanto você quer que se leia. O ramo de flores fecha a volta com facilidade, envelhece bem em traço fino se as folhas forem poucas e grandes, e funciona no pulso, no antebraço ou no tornozelo. A frase pede letra com meio centímetro de altura ou mais para não fechar, e se lê melhor numa meia volta na parte de fora do antebraço.

Por que alguns braceletes ficam tortos?

Quase sempre porque um decalque reto foi enrolado num braço que afina, e a faixa desce em direção ao cotovelo de um lado. Um decalque curvado ou as linhas riscadas à mão livre resolvem. A emenda desencontrada é o outro erro comum, e se evita conferindo a volta com o braço relaxado, e não dobrado.

Dá para cobrir um bracelete tribal antigo?

Na maioria das vezes, indo mais largo e mais escuro. Um bracelete de blackwork mais alto, uma faixa polinésia ou ondas densas em estilo oriental engolem a faixa fina dos anos noventa, e algumas sessões de laser para clarear antes ampliam bastante a escolha.

Como ver o bracelete no meu braço antes de tatuar?

Fotografe o braço de lado, relaxado, e coloque uma das faixas abaixo sobre a foto no simulador do InkCraft. Serve para escolher a altura e a posição em relação à manga da camiseta; o ajuste do padrão para fechar a volta é feito depois, pelo tatuador, com a sua medida.

Veja na sua pele antes de decidir

O InkCraft coloca qualquer um destes desenhos sobre uma foto sua, ajustado e envolvido na parte do corpo que você escolher, para você julgar antes que seja permanente.

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