Ideias de tatuagem

Tatuagem tribal masculina: costas, peito e braço

38 tatuagens tribais masculinas fotografadas na pele para InkCraftPor Atualizado em

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Nenhuma destas trinta e oito tatuagens tribais masculinas tem cor ou sombra, e o tronco reúne bem mais fotos do que o braço: costas, peito, costela e coluna. A grande maioria desenha borboletas, flores, lobos e gatos em preto sólido, no lugar de formas abstratas.

Estas 38 tatuagens tribais masculinas, em números

Estilos representados
tribal (38)
Preto e cinza ou colorida
97% em preto e cinza, 3% coloridas
Fotografadas em
38 corpos masculinos

Contado sobre as 38 tatuagens que aparecem nesta página. Cada desenho foi criado para o InkCraft e fotografado em pele real na parte do corpo indicada na legenda; nenhum é copiado ou repostado. Você pode citar estes dados linkando para esta página.

Mais tronco do que braço: o preto em costas e peito largos

Some as fotos de costas, peito, costela, coluna, clavícula e quadril, e elas passam do dobro das que estão no ombro, no bíceps, no antebraço e no braço fechado. Isso vem do próprio desenho. Uma forma tribal precisa de espaço para as pontas terminarem afinando, e na maioria dos homens as costas e o peito são as maiores superfícies contínuas do corpo, com a borda do dorsal e a linha de baixo do peitoral servindo de trilho para essas pontas.

A borboleta é o tema que mais aparece, cinco vezes, e isso tem lógica: ela é simétrica, e a simetria pede um eixo. O centro do peito, a linha da coluna e o meio das costas oferecem esse eixo num tronco masculino, e uma borboleta em preto sólido ali se lê de longe como um emblema. Temas sem simetria, como o lobo, o gato e o leão, rendem mais de lado, acompanhando a costela ou subindo pela escápula. Uma fênix tribal, toda pescoço e cauda, pede o mesmo: as costas ou a lateral do tronco, onde a cauda tem para onde correr.

O treino é a variável a planejar. Músculo ganho depois estica a forma sólida por igual, e ela continua parecendo feita para o corpo, mas uma ponta desenhada para acabar exatamente na linha do ombro ou na borda do dorsal pode escorregar dali. Peça bordas que sigam a anatomia com folga, e não ao milímetro.

Braço, ombro e perna: de onde veio a faixa

O tribal que os estúdios fazem foi montado na Califórnia por volta de 1980. Leo Zulueta, tatuador de família filipina muitas vezes chamado de pai do estilo moderno, transformou padrões que estudou de Bornéu e do Pacífico em formas pretas e fluidas, e a revista Tattootime, de Ed Hardy, deu à sua primeira edição, em 1982, o título New Tribalism. Em meados dos anos 1990, a faixa preta em volta do bíceps já era pedido de balcão no mundo inteiro.

As tradições de onde essas formas saíram tinham marcas que ninguém escolhia num catálogo. O pe’a samoano, da cintura aos joelhos, ainda marca o homem pronto para servir à família e à aldeia, e o moko maori registra a linhagem de quem o usa. O tribal de estúdio não depende de quem você é nem do que fez, e por isso pode ser espelhado para o outro braço ou esticado pelas costas sem afirmar nada falso. As fotos desta página são desse segundo tipo, e o lobo e o beija-flor, bichos que não vivem em Bornéu nem nas ilhas do Pacífico, deixam isso claro.

No braço, a composição que fez escola sai do ombro e desce para o bíceps ou atravessa para o peito, e o deltoide, redondo, recebe bem uma forma que o abraça. Na perna, a panturrilha por fora e a lateral da coxa aceitam formas longas. As peças pequenas, atrás da orelha ou no pé, são o estilo no seu ponto mais exigente: uma ponta precisa de comprimento para parecer ponta, e em poucos centímetros ela engrossa e vira um toco.

Perguntas frequentes

Tatuagem tribal masculina no braço: faixa ou peça no ombro?

A faixa em volta do bíceps é a versão mais lembrada dos anos 1990, e funciona se for medida na sua circunferência real. A peça que nasce no ombro e desce, ou que liga ombro e peito, envelhece melhor como composição, porque segue o músculo em vez de cortá-lo. Se a ideia é fechar o braço um dia, comece pelo ombro, que deixa o caminho aberto.

Tribal na perna masculina: panturrilha ou coxa?

A panturrilha por fora é a escolha mais comum, larga e com músculo para as pontas acompanharem, e aparece de bermuda. A lateral da coxa recebe peças maiores e fica coberta na maior parte do tempo. As duas aguentam bem o preto sólido; a diferença é quanto você quer mostrar no fim de semana.

Pelo no peito ou nas costas esconde o tribal?

Muito pouco. Sem detalhe interno a perder, a silhueta se lê através do pelo quase como em pele raspada, e de longe a forma não muda. O que o pelo amacia é a borda: de perto, uma ponta afiada parece um pouco mais grossa. Quem não pretende raspar o peito encontra no tribal um dos estilos que menos dependem disso.

Como ver o tamanho certo de um tribal nas minhas costas?

Peça para alguém fotografar as suas costas ou o seu peito de frente, com os braços soltos, e envie a foto ao simulador do InkCraft. Posicione a forma e confira se as pontas terminam onde o músculo termina, e não no meio dele. Num estilo que quase não aceita cobertura, ver a escala no seu corpo antes poupa arrependimento.

Veja na sua pele antes de decidir

O InkCraft coloca qualquer um destes desenhos sobre uma foto sua, ajustado e envolvido na parte do corpo que você escolher, para você julgar antes que seja permanente.

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