Ideias de tatuagem

Tatuagem maori: significados e bracelete

23 desenhos originais de tatuagem maori criados para InkCraftPor Atualizado em

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No Brasil, quase toda tatuagem polinésia em preto sólido ganha o nome de maori. Os 23 desenhos desta página usam o vocabulário compartilhado das ilhas do Pacífico, e as peças de inspiração maori seguem o kirituhi, feito para quem não pertence à linhagem.

Toque em qualquer desenho para vê-lo na sua própria pele no simulador, sem cadastro.

Maori ou polinésia: de onde vem essa tatuagem?

A própria palavra tatuagem vem do Pacífico. Em 1769, no Taiti, a tripulação de James Cook ouviu tatau, e o capitão registrou o termo no diário de viagem, de onde ele passou às línguas europeias. A prática ia do Havaí à Nova Zelândia com uma gramática diferente em quase cada arquipélago, e três dessas tradições fornecem quase tudo o que os estúdios chamam de maori ou polinésio. Elas não são intercambiáveis.

Em Samoa, o tatau nunca parou, nem sob a pressão dos missionários nem sob o governo colonial. O pe'a, dos homens, é preto denso da cintura aos joelhos; o malu, das mulheres, é um trabalho mais aberto nas coxas. Os dois são batidos na pele com pentes de osso e um pequeno martelo por um tufuga ta tatau, mestre cujo direito ao ofício passa pelas famílias.

Nas Marquesas, a tatuagem cobria o corpo inteiro, rosto incluído, e quase desapareceu sob o domínio francês; o renascimento, a partir dos anos 1980, se apoiou em desenhos feitos nas ilhas por um etnólogo alemão no fim do século XIX. Entre os maoris da Nova Zelândia, o tā moko era entalhado com o uhi, um pequeno cinzel, e tinha no rosto o seu lugar principal. Um moko registra a whakapapa, a descendência e a posição de quem o usa, e é desenhado para uma única pessoa.

O que significa a tatuagem maori, símbolo por símbolo?

Para quem está fora dessas linhagens, os próprios artistas maoris oferecem o kirituhi, a pele escrita: trabalho na linguagem visual do moko que não carrega a whakapapa de ninguém e não vai no rosto. As peças maoris desta página são kirituhi e partem de motivos de entalhe usados há muito tempo em pingentes de osso e de pounamu, a pedra verde da Nova Zelândia.

Cada uma tem a sua leitura. O koru é a folha de samambaia se desenrolando, sinal de crescimento e de começo, e o coração de koru junta duas delas. O pikorua, a torção que lembra um infinito, são dois caminhos que se cruzam, se separam e voltam a se encontrar. O hei matau lembra o anzol com que Māui, na lenda, puxou do mar a Ilha Norte. Entre as peças polinésias estão a honu, que é a tartaruga, o tubarão, a manta, o enata, figura humana marquesana, e o tiki, o rosto de um ancestral.

Nos glossários que os estúdios distribuem, a tartaruga vira longevidade, o dente de tubarão vira proteção e a ponta de lança vira coragem. São atalhos modernos: nas tradições, o peso de um motivo também depende de onde ele fica e de quem o usa. O sol, o polvo, a baleia e o dragão preenchidos com padrão polinésio que aparecem na grade são linguagem de estúdio, e não de tradição.

Tatuagem maori no braço, no antebraço e na perna

Este trabalho é composto em painéis que seguem o corpo em vez de pousar sobre ele. Uma peça de ombro atravessa o deltoide, o alto do peito e o começo do braço como um desenho só, com faixas que se interrompem onde os músculos se separam, e uma peça de perna envolve a panturrilha inteira. Os motivos isolados daqui são pontos de partida: uma tartaruga ou uma manta de dez a doze centímetros fica bem sozinha na escápula ou na panturrilha por fora.

O bracelete maori, a faixa que fecha o braço ou a perna, é a peça mais pedida e a mais difícil de acertar com um desenho tirado da tela. O membro afina, então a faixa precisa ser desenhada na sua medida, e o ponto em que ela encontra a si mesma é onde o trabalho é testado; muitos tatuadores deixam essa emenda na face interna. No antebraço, a peça vertical acompanha o osso do pulso ao cotovelo.

Preto sólido é o que mais dura na pele e um dos mais difíceis de remover, então trate o lugar como definitivo. Se o que você quer é um malu, um pe'a ou um moko, isso é uma relação com um praticante da cultura, e não um desenho de grade.

Perguntas frequentes

Quem não é polinésio pode fazer tatuagem maori?

Os motivos compartilhados, como tartarugas, tubarões, pontas de lança e figuras enata, são usados no mundo inteiro e pedidos pelo nome. As peças tradicionais são outra coisa: o pe'a e o malu passam por um tufuga, e alguns recusam quem é de fora. O tā moko pertence só a quem tem a whakapapa que ele registra.

Qual a diferença entre tā moko e kirituhi?

O tā moko registra a genealogia e a posição de uma pessoa maori e é desenhado só para ela. O kirituhi usa a mesma linguagem visual sem carregar a linhagem de ninguém, e existe justamente para que quem é de fora use trabalho de inspiração maori com respeito.

Qual o tamanho mínimo de uma tatuagem maori?

Maior do que parece. Fileiras de triângulos pequenos e linhas paralelas finas precisam de uns dois milímetros de pele entre si para continuar separadas, então um bicho cheio de padrão começa por volta dos dez centímetros, e um painel de ombro ou de panturrilha é projeto de várias sessões.

Como testar um bracelete maori antes de tatuar?

Fotografe o braço de frente e de lado e coloque a faixa no simulador do InkCraft na largura que você quer. Na foto lateral dá para ver se ela continua reta com o braço relaxado, e essa imagem ajuda o tatuador a desenhar a peça na sua circunferência.

Veja na sua pele antes de decidir

O InkCraft coloca qualquer um destes desenhos sobre uma foto sua, ajustado e envolvido na parte do corpo que você escolher, para você julgar antes que seja permanente.

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