Tattoo hannya: significado da máscara oriental
33 desenhos originais de hannya criados para InkCraftPor Uladzimir TumanauAtualizado em
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Chifres, olhos dourados e boca rasgada até as orelhas: a hannya de tanto braço fechado em estilo oriental não é monstro, é a máscara de uma mulher consumida pelo ciúme no teatro nô. O oni é outra criatura, e chifres, olhos e boca separam as duas.

Desenho de tatuagem de um demônio de estilo oriental em cores Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo oriental em cores
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Desenho de tatuagem de um demônio de estilo irezumi em cores Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo irezumi em cores
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Desenho de tatuagem de um demônio de estilo irezumi em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo irezumi em preto e cinza
Desenho de tatuagem de um demônio de estilo chicano em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo chicano em preto e cinza
Desenho de tatuagem de um demônio de estilo pontilhismo em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo pontilhismo em preto e cinza
Desenho de tatuagem de um demônio de estilo geométrico em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo geométrico em preto e cinza
Desenho de tatuagem de um demônio de estilo new school em cores Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo new school em cores
Desenho de tatuagem de um demônio de estilo blackwork em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo blackwork em preto e cinza
Desenho de tatuagem de um demônio de estilo ilustrativo em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo ilustrativo em preto e cinza
Desenho de tatuagem de um demônio de estilo hand poke em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo hand poke em preto e cinza
Desenho de tatuagem de um demônio de estilo aquarela em cores Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo aquarela em cores
Desenho de tatuagem de um demônio de estilo cybersigilism em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo cybersigilism em preto e cinza
Desenho de tatuagem de um demônio de estilo minimalista em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo minimalista em preto e cinza
Desenho de tatuagem de um demônio de estilo trash polka em cores Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo trash polka em cores
Desenho de tatuagem de um demônio de estilo tradicional em cores Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo tradicional em cores
Desenho de tatuagem de um demônio de estilo ornamental em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo ornamental em preto e cinza
Desenho de tatuagem de um demônio de estilo neotradicional em cores Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo neotradicional em cores
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Desenho de tatuagem de um demônio de estilo fine line em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo fine line em preto e cinza
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Desenho de tatuagem de um demônio de estilo oriental em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio de estilo oriental em preto e cinza
Desenho de tatuagem de um demônio e um dragão de estilo gótico em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio e um dragão de estilo gótico em preto e cinza
Desenho de tatuagem de um demônio e uma caveira de estilo ilustrativo em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio e uma caveira de estilo ilustrativo em preto e cinza
Desenho de tatuagem de um demônio e um anjo de estilo ilustrativo em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio e um anjo de estilo ilustrativo em preto e cinza
Desenho de tatuagem de um demônio e uma mão de estilo sketch em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio e uma mão de estilo sketch em preto e cinza
Desenho de tatuagem de um demônio e o retrato de uma mulher de estilo anime em cores Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio e o retrato de uma mulher de estilo anime em cores
Desenho de tatuagem de um demônio e uma carpa de estilo flash em cores Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio e uma carpa de estilo flash em cores
Desenho de tatuagem de um demônio e uma carpa de estilo patchwork em cores Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio e uma carpa de estilo patchwork em cores
Desenho de tatuagem de um demônio e archangel de estilo pontilhismo em preto e cinza Experimente — Desenho de tatuagem de um demônio e archangel de estilo pontilhismo em preto e cinza
Toque em qualquer desenho para vê-lo na sua própria pele no simulador, sem cadastro.
Esta série de 33 desenhos de hannya, em números
- Estilos representados
- ilustrativo (4), oriental (3), irezumi (3), blackwork (3), pontilhismo (2), neotradicional (2)
- Preto e cinza ou colorida
- 61% em preto e cinza, 39% coloridas
- Quase sempre desenhado junto com
- carpa, flor de cerejeira, dragão, caveira
Contado sobre os 33 desenhos que aparecem nesta página. Todos foram criados para o InkCraft; nenhum é copiado ou repostado. Você pode citar estes dados linkando para esta página.
O que significa uma tatuagem de hannya
Comece pela hannya, o rosto que quase todo mundo quer e quase todo mundo lê errado. No teatro nô ela é usada por uma mulher que o ciúme transformou em demônio: dois chifres, olhos dourados, uma boca aberta quase até as orelhas. Inclinada para baixo, sob a luz do palco, a máscara esculpida parece tomada de dor; inclinada para cima, parece furiosa, e uma máscara bem feita faz as duas coisas com o mesmo rosto, conforme o ator mexe a cabeça. Na pele ela é menos monstro do que aviso sobre o que um sentimento faz com quem o carrega. O nome tem duas explicações correntes: a de um monge escultor de máscaras chamado Hannya-bō, e a da palavra budista para sabedoria, a mesma do Sutra do Coração, o Hannya Shingyō.
O nô trata o ciúme como um caminho, e a hannya é a metade dele. A primeira máscara da série, namanari, tem só o começo dos chifres e ainda é quase humana; a hannya é o estágio do meio; e a última, a honnari, também chamada shinja, já é serpente por inteiro, sem nada de mulher. Por isso a hannya é o rosto de alguém que ainda pode voltar, e essa é a leitura mais bonita que ela oferece. A cor faz parte da mesma escala: o nô usa uma hannya pálida para uma mulher de nobreza refinada, vermelha para uma de posição mais baixa, e o vermelho mais escuro para a que virou demônio de vez. Pedir a cor de propósito, e não o vermelho por costume, é o que separa uma hannya escolhida de uma hannya de catálogo. Ela é, ao pé da letra, um rosto de mulher, e isso pesa para quem quer falar de raiva e de ciúme sem pôr a culpa num monstro de fora.
O oni é outra criatura, que vem da crença popular e não do palco. É o ogro do folclore japonês: pele vermelha ou azul, chifres, presas, tanga de pele de tigre e um porrete de ferro chamado kanabō, tão fiel a ele que “dar um porrete ao oni” é o ditado para tornar o forte ainda mais forte. A explicação comum para os chifres de boi e a pele de tigre é a direção: o nordeste azarado, o portão dos demônios, era ushitora na bússola antiga, boi e tigre. Todo fevereiro, no Setsubun, as famílias jogam feijões gritando “oni wa soto”, fora demônios, e mesmo assim rostos de oni ficam nos telhados dos templos, nas telhas onigawara, guardando o prédio. A tatuagem de oni pode ser a ameaça ou o guarda. Raijin com os tambores e o tengu de nariz comprido, que também aparecem nesta série, não são nem uma coisa nem outra: um é deus do trovão, o outro, espírito da montanha.
Num país de maioria cristã como o Brasil, qualquer rosto com chifre corre o risco de ser lido como o capeta, e a hannya ouve isso de avó, de colega e de pastor. A resposta honesta é que ela vem do teatro, e não do inferno. O demônio cristão é outra ideia, o anjo caído que a pintura do fim da Idade Média vestiu de chifres e asas de morcego, e quem o tatua hoje raramente fala do diabo, e sim dos próprios demônios, um vício, uma depressão, um gênio difícil, postos onde possam ser vigiados. A palavra grega puxa para o lado oposto: o daimon era um espírito ligado a uma pessoa, nem sempre mau, e Sócrates falava de uma voz interior que o desviava dos erros. A hannya chegou aqui pelos estúdios de estilo oriental e costuma vir com o que a tradição pede ao lado dela: ondas, peônias, flores de cerejeira e, quando quem a encomenda conhece a peça, uma serpente.
De onde vem o desenho
A hannya pertence ao nô, o teatro de máscaras que Kan’ami e o filho, Zeami, levaram à forma clássica nos séculos XIV e XV. Ela aparece em Aoi no Ue, em que o espírito ciumento da Senhora Rokujō, do Conto de Genji, atormenta a rival, e em Dōjōji, em que uma mulher desprezada por um monge vira serpente e o queima dentro do sino do templo; a lenda por trás da peça é a de Kiyohime, e é por isso que a hannya e a cobra andam juntas na tatuagem. O irezumi a tirou do palco e das xilogravuras e fez dela um rosto padrão da tatuagem de corpo inteiro japonesa. No Brasil ela se espalhou com o estilo oriental e depois saiu dele: nos trinta e três desenhos abaixo há irezumi, blackwork, pontilhismo, neotradicional e até cybersigilism, e treze levam cor.
Como escolher a sua
- Separe os rostos antes de tudo. A hannya tem dois chifres, olhos dourados e uma boca larga: uma pessoa mudada por um sentimento. O oni tem um ou dois chifres, testa pesada e muitas vezes o porrete: uma força. Se o desenho não deixa claro qual dos dois é, ele vai ser lido como monstro genérico.
- Escolha a cor pela escala do nô, e escolha também o ângulo. A mesma máscara inclinada para baixo chora e inclinada para cima ataca, e o tatuador pode desenhar uma ou outra; poucos clientes sabem que dá para pedir.
- Decida o que fica em volta. Na tradição oriental a máscara vive entre ondas, faixas de vento, flores de cerejeira, peônias ou a serpente de Dōjōji, e uma máscara grande solta na pele parece recortada. Em tamanho pequeno, de traço fino ou blackwork, ela pode ficar sozinha, desde que os chifres e as presas continuem separados.
Tamanho, preço e parte do corpo
Que tamanho tem e quanto custa
Uma máscara precisa de uns dez centímetros para manter presas, chifres e olhos separados, e a maioria fica entre doze e dezoito. Cor tradicional chapada é mais rápida do que o preto e cinza suave, e um Raijin completo com os tambores é meio dia ou mais. A hannya com serpente e fundo de ondas, pensada como parte de um braço fechado, entra no planejamento do braço inteiro e é cobrada por sessão.
Onde fica bem e quanto dói
Uma máscara sozinha combina com a face externa do braço, o alto do ombro ou a panturrilha; o oval do rosto se encaixa na curva do deltoide melhor do que em qualquer lugar plano. A figura inteira entre ondas pede coxa, peito ou costas. No antebraço, a máscara na vertical, com os chifres para o cotovelo, é a mais comum. O esterno é o ponto que mais dói; a face externa do braço, um dos que menos incomodam.
O que perguntar ao seu tatuador
- Se o desenho é de uma hannya ou de um oni, já que o significado segue os chifres, os olhos e a boca.
- Que tom a hannya deve ter, em vez do vermelho automático, e se ela olha para cima ou para baixo.
- O que envolve a máscara: ondas, faixas de vento, flores ou a serpente da lenda.
Os preços mudam muito de cidade para cidade e de tatuador para tatuador; leia estes valores como duração de sessão, não como orçamento, e conte com um valor mínimo de estúdio em qualquer peça pequena.
Perguntas frequentes
Qual o significado da tatuagem hannya?
Um aviso sobre o que o ciúme, a raiva ou a dor fazem com quem os sente. A hannya é a máscara do nô de uma mulher transformada em demônio por esses sentimentos, no meio do caminho entre a pessoa e a serpente. Muita gente a usa como lembrete pessoal, e muita gente a lê também como proteção, já que o rosto assustador espanta o que é pior.
Tattoo hannya feminina: o que muda no desenho?
No significado, nada: a hannya já é um rosto de mulher. O que muda, quando se pede uma versão mais delicada, é a linguagem, com traço fino, menos sombra, flores em volta e às vezes só metade da máscara, e aí vale um cuidado técnico: chifres e presas finos se fundem com os anos numa máscara menor do que uns dez centímetros. Qualquer pessoa pode pedir a hannya delicada ou a pesada; o tamanho é que decide se ela se lê.
Qual a diferença entre hannya e oni?
A hannya é máscara de teatro, de uma mulher tomada pelo ciúme, com dois chifres, olhos dourados e a boca rasgada. O oni é o ogro do folclore, de pele vermelha ou azul, com porrete de ferro e tanga de pele de tigre, e pode ser ameaça ou guardião. Uma fala de um sentimento humano; o outro, de uma força de fora.
O que significa a hannya com uma cobra?
Quase sempre a lenda de Kiyohime, contada na peça Dōjōji: a mulher desprezada pelo monge vira serpente, persegue-o até o templo e o queima dentro do sino. A cobra mostra aonde a hannya está indo, o último estágio da transformação, e a composição é das mais tradicionais da tatuagem oriental.
Uma tatuagem hannya vai ser lida como coisa do demônio?
Raramente por quem conhece tatuagem, já que hannya e oni são lidos como estilo oriental. Por quem não conhece, pode ser, e vale ter a explicação pronta: é uma personagem do teatro nô, e não uma figura religiosa. Uma cabeça ocidental com chifres de carneiro é mais aberta a essa leitura do que qualquer máscara japonesa.
Dá para testar a hannya no meu braço antes de marcar?
Dá. Fotografe o ombro e a face externa do braço, com o braço caído, e coloque a máscara por cima no simulador do InkCraft: você confere se o oval do rosto se encaixa no deltoide e para onde os chifres apontam com o braço em repouso. Se estiver entre duas hannyas desta série, teste as duas na mesma foto e compare as expressões.
Veja na sua pele antes de decidir
O InkCraft coloca qualquer um destes desenhos sobre uma foto sua, ajustado e envolvido na parte do corpo que você escolher, para você julgar antes que seja permanente.
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